"Vou precisar de gerador?" é uma pergunta que aparece em quase todo evento fora de salão: chácara, sítio, praça, campo, praia. A resposta muitas vezes é não, e quando é sim, vale entender o que encarece, porque nem sempre é o que parece.
Quando a energia do local resolve
Som e iluminação de festa consomem menos energia do que muita gente imagina. Na maioria dos eventos, uma tomada de 220 V em bom estado, perto de onde vai a montagem, já atende o sistema de som e luz.
Por isso a primeira pergunta que fazemos não é "tem gerador?", e sim:
- Tem tomada 220 V no local?
- Onde ela fica em relação ao palco ou à área do DJ?
Salão de festas, clube, buffet, igreja e a maioria das chácaras com estrutura de eventos resolvem com isso. Uma extensão bem dimensionada leva a energia até a montagem.
Quando o gerador entra
O gerador passa a ser necessário quando:
- Não existe energia no local: área aberta, campo, rua, terreno sem instalação, praia.
- A energia existe, mas é fraca ou instável: chácara com instalação antiga, disjuntor que cai quando liga o forno, ponto de luz que já deu problema em outro evento.
- O mesmo circuito é dividido com muita coisa: cozinha industrial, fritadeiras, chopeiras, ar-condicionado, iluminação decorativa, tudo puxando da mesma rede que o som.
- O evento é grande demais para a instalação: show com palco grande, painel de LED, muita iluminação e público numeroso.
Na dúvida, a melhor informação é a de quem já fez evento ali: o responsável pelo espaço costuma saber se a energia aguenta e se já caiu alguma vez.
O que levar em conta se precisar de gerador
Potência. O gerador é dimensionado pela soma do que vai ser ligado nele. Por isso ele é escolhido junto com quem monta o som e a luz, e não antes. Gerador pequeno demais desarma no meio da festa; grande demais é custo à toa.
Barulho e fumaça. Gerador faz barulho e solta gás do escapamento. Para evento, o ideal é o modelo silenciado e posicionado longe do público e da pista, com o cabo trazendo a energia até a montagem.
Combustível e acompanhamento. O gerador precisa de combustível para o evento inteiro, montagem incluída, e de alguém de olho nele. Isso faz parte da contratação, não é detalhe para resolver no dia.
Separar o som do resto. Quando dá, o som e a luz ficam num circuito só deles, separado da cozinha e da decoração. Isso evita ruído no som e desligamento por sobrecarga.
Por que a distância pesa mais que a máquina
Aqui está o ponto que mais surpreende: num evento longe da sede da empresa, o que pesa no orçamento do gerador quase nunca é o equipamento, e sim o trecho.
Gerador é pesado e viaja em caminhão ou carreta. Ele vai, fica parado durante o evento e volta, e muitas vezes alguém precisa acompanhar. Num evento longe, a máquina custa o mesmo de sempre, mas o transporte de ida e volta pode sair mais caro que o próprio aluguel.
Por isso, em evento longe, costuma fazer sentido contratar o gerador de uma empresa da região do evento, deixando o som e a luz com quem você escolheu. O que não pode faltar é a conversa entre os dois: a potência e o tipo de ligação precisam ser combinados com quem vai montar o sistema.
Resumo
- Na maioria das festas, uma tomada 220 V perto da montagem resolve.
- Gerador entra quando não há energia, quando ela é instável ou quando o evento é grande para a instalação.
- A potência é definida junto com quem monta som e luz.
- Silenciado, longe do público e com combustível para o evento inteiro.
- Em evento longe, o custo está no transporte: um gerador da região costuma sair melhor.
A AjF Eventos atende Santa Bárbara d'Oeste, Americana, Piracicaba, Campinas e região com som, iluminação, palco e painel de LED. Se o seu evento é em área aberta ou você não tem certeza sobre a energia do local, mande pelo WhatsApp (19) 4122-3058 a cidade e uma foto de onde vai ser a montagem que a gente te orienta.